Os símbolos da República Francesa

  • Marianne

    Apesar da Constituição de 1958 ter privilegiado a bandeira tricolor como emblema nacional, a Marianne é a personificação da República Francesa.
    As primeiras representações de uma mulher com o barrete frígio, alegoria da (...)

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  • A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

    Inspirada na declaração da independência americana de 1776 e no espírito filosófico do século XVII, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 marca o fim do Antigo Regime e o início de uma nova era. (...)

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  • A bandeira francesa

    Emblema nacional da Vª República, a bandeira tricolor nasceu da junção, durante a Revolução Francesa, das cores do rei (branco) e da cidade de Paris (azul e vermelho). Hoje, a bandeira tricolor está hasteada em todos os edifícios públicos e é desfraldada na maior parte das cerimónias oficiais, civis ou militares.

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  • Liberdade, Igualdade, Fraternidade

    Legado do século das Luzes, o lema "Liberdade, Igualdade, Fraternidade", é invocado pela primeira vez durante a Revolução Francesa. Muitas vezes questionado, acaba por se impor na IIIª República. Está inscrito na constituição de 1958 e hoje faz parte do nosso património nacional.

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  • A Marselhesa

    Originalmente canto de guerra revolucionário e hino à liberdade, A Marselhesa impôs-se progressivamente como hino nacional. Hoje é tocado e cantado na maior parte das manifestações oficiais.

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  • O 14 de Julho

    A tomada da Bastilha
    Nos primeiros meses da Revolução Francesa, reinava uma grande agitação em Paris. Na primavera de 1789, os Estados Gerais recusaram dissolver-se e proclamaram-se em Assembleia Nacional Constituinte. (...)

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  • O galo

    Desde a antiguidade que o galo aparece em moedas gaulesas. Tornou-se um símbolo da Gália e dos Gauleses e a sua origem resulta de um trocadilho da palavra latina gallus, que significa “galo” e “gaulês”.
    Este símbolo (...)

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  • A chancela

    Um despacho de 8 de Setembro de 1848 definiu a chancela da Segunda República, tal como ainda é utilizada presentemente. O cinzelador de moedas, Jean-Jacques Barré, executou a nova chancela do Estado sem respeitar (...)

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