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    Vindimas em Champanhe (região de Champagne-Ardennes)
    Vindimas em Champanhe (região de Champagne-Ardennes)
    © John Hodder – Colecção CIVC
    Hospices de Beaune - pátio interior do Hôtel-Dieu. O museu Hospices de Beaune, asilo e hospital na idade média, é um dos mais prestigiosos monumentos históricos franceses. Com sua magnífica arquitectura gótica, os seus telhados policromos e os seus vinhedos de renome, constitui a jóia da região da Bourgogne. O Hospices de Beaune é também conhecido pelos seus terrenos vinícolas, que contam com 85% de “premiers crus” e “ grands crus”, que são vendidos no leilão anual, no terceiro domingo de Novembro.
    Hospices de Beaune - pátio interior do Hôtel-Dieu. O museu Hospices de Beaune, asilo e hospital na idade média, é um dos mais prestigiosos monumentos históricos franceses. Com sua magnífica arquitectura gótica, os seus telhados policromos e os seus vinhedos de renome, constitui a jóia da região da Bourgogne. O Hospices de Beaune é também conhecido pelos seus terrenos vinícolas, que contam com 85% de “premiers crus” e “ grands crus”, que são vendidos no leilão anual, no terceiro domingo de Novembro.
    © smallcoho
    Panorama de Arles visto do Rhône. Os monumentos romanos e românicos da cidade pertencem à lista do património mundial da UNESCO desde 1981.
    Panorama de Arles visto do Rhône. Os monumentos romanos e românicos da cidade pertencem à lista do património mundial da UNESCO desde 1981.
    © Jean-Jacques GELBART
    A nave românica e o altar gótico da basílica de Vézelay (Bourgogne). Importante local de peregrinação na idade média, a basílica de Sainte-Madeleine, do século XII, é uma obra-prima da arte românica borgonhesa. Desde 1979, faz parte lista do património mundial da UNESCO.
    A nave românica e o altar gótico da basílica de Vézelay (Bourgogne). Importante local de peregrinação na idade média, a basílica de Sainte-Madeleine, do século XII, é uma obra-prima da arte românica borgonhesa. Desde 1979, faz parte lista do património mundial da UNESCO.
    © Jean-Jacques GELBART
    Vista de Le Havre desde o Bassin du Commerce. Duramente bombardeada durante a Segunda Guerra Mundial, a cidade foi reconstruida entre 1945 e 1946 segundo o projecto de uma equipa dirigida pelo arquitecto Auguste Perret. Neste local excepcional pela sua harmonia e grandeza, associaram-se estruturas que resistiram aos bombardeamentos a outras que emergiram das novas ideias, em matéria de urbanismo e tecnologia. Desde 2005, o Bassin du Commerce está inscrito na lista do património mundial da UNESCO.
    Vista de Le Havre desde o Bassin du Commerce. Duramente bombardeada durante a Segunda Guerra Mundial, a cidade foi reconstruida entre 1945 e 1946 segundo o projecto de uma equipa dirigida pelo arquitecto Auguste Perret. Neste local excepcional pela sua harmonia e grandeza, associaram-se estruturas que resistiram aos bombardeamentos a outras que emergiram das novas ideias, em matéria de urbanismo e tecnologia. Desde 2005, o Bassin du Commerce está inscrito na lista do património mundial da UNESCO.
    © Jean-Jacques GELBART
    Região Midi-Pyrénées: canal lateral ao rio Garonne (Departamento do Tarn-et-Garonne).
    Região Midi-Pyrénées: canal lateral ao rio Garonne (Departamento do Tarn-et-Garonne).
    © J/ Maume/CG82
    Catedral de Chartres, em Beauce (região centro).
    Catedral de Chartres, em Beauce (região centro).
    © Ministério da Europa e dos Negócios Estrangeiros. Foto F. de La Mure
    Paisagem do centro histórico da cidade de Avignon e da sua famosa ponte, da qual restam 4 arcos, desde a ilha de la Barthelasse. Avignon é uma das poucas cidades francesas que conservou as suas muralhas e o seu centro histórico, que compreende o Palais des Papes, o conjunto episcopal e a ponte Saint-Bénézet. Foi, por isso, inscrita na lista do património mundial da UNESCO em 1995.
    Paisagem do centro histórico da cidade de Avignon e da sua famosa ponte, da qual restam 4 arcos, desde a ilha de la Barthelasse. Avignon é uma das poucas cidades francesas que conservou as suas muralhas e o seu centro histórico, que compreende o Palais des Papes, o conjunto episcopal e a ponte Saint-Bénézet. Foi, por isso, inscrita na lista do património mundial da UNESCO em 1995.
    © Jean-Jacques GELBART
    A casa do director da Salina Real d'Arc-et-Senans (na região de Franche-Comté), rodeada por dois edifícios destinados à produção de sal. Construída no século XVIII, a Salina Real é uma obra do arquitecto Claude Nicolas Ledoux e está inscrita, desde 1982, na lista do património mundial da UNESCO.
    A casa do director da Salina Real d’Arc-et-Senans (na região de Franche-Comté), rodeada por dois edifícios destinados à produção de sal. Construída no século XVIII, a Salina Real é uma obra do arquitecto Claude Nicolas Ledoux e está inscrita, desde 1982, na lista do património mundial da UNESCO.
    © Jean-Jacques GELBART
    A Igreja de Saint-Hippolyte, rodeada por grandes vinhedos. A viticultura foi introduzida pelos Romanos na região fértil de Saint-Émilion, tendo-se desenvolvido na idade média. A região, totalmente dedicada à viticultura, possui paisagens extraordinárias e as suas cidades e aldeias contam com vários monumentos históricos de renome. Em 1999, foi inscrita na lista do património mundial da UNESCO.
    A Igreja de Saint-Hippolyte, rodeada por grandes vinhedos. A viticultura foi introduzida pelos Romanos na região fértil de Saint-Émilion, tendo-se desenvolvido na idade média. A região, totalmente dedicada à viticultura, possui paisagens extraordinárias e as suas cidades e aldeias contam com vários monumentos históricos de renome. Em 1999, foi inscrita na lista do património mundial da UNESCO.
    © Jean-Jacques GELBART
    Nas margens do rio Garonne, em Bordéus, edifícios de fachadas idênticas estendem-se ao longo de mais de um quilómetro. O centro histórico desta cidade portuária foi inserido na lista do património mundial da UNESCO em 2007, devido à sua unidade, à sua coerência urbana e à sua arquitectura notável, que constitui um exemplo excepcional das tendências clássicas e neoclássicas do século XVIII.
    Nas margens do rio Garonne, em Bordéus, edifícios de fachadas idênticas estendem-se ao longo de mais de um quilómetro. O centro histórico desta cidade portuária foi inserido na lista do património mundial da UNESCO em 2007, devido à sua unidade, à sua coerência urbana e à sua arquitectura notável, que constitui um exemplo excepcional das tendências clássicas e neoclássicas do século XVIII.
    © Jean-Jacques GELBART
    A praça Stanislas e a Mairie (Câmara Municipal) de Nancy. As praças de Stanislas, da Carrière e da Alliance, fazem parte da lista do património mundial da UNESCO desde 1983. Foram construídas entre 1752 e 1756 sob a direcção do arquitecto Héré e formam um conjunto muito coerente que alia prestígio e funcionalidade.
    A praça Stanislas e a Mairie (Câmara Municipal) de Nancy. As praças de Stanislas, da Carrière e da Alliance, fazem parte da lista do património mundial da UNESCO desde 1983. Foram construídas entre 1752 e 1756 sob a direcção do arquitecto Héré e formam um conjunto muito coerente que alia prestígio e funcionalidade.
    © Jean-Jacques GELBART
    Na idade média, as pontes eram edificadas em madeira e cobertas com telhas, daí a designação de de pontes cobertas (ponts couverts). Esta ponte, situada na Grande Ile de Estrasburgo, faz parte de um conjunto arquitectónico típico do centro histórico da capital alsaciana. A Grande Ile foi inscrita na lista do património mundial da UNESCO em 1988.
    Na idade média, as pontes eram edificadas em madeira e cobertas com telhas, daí a designação de de pontes cobertas (ponts couverts). Esta ponte, situada na Grande Ile de Estrasburgo, faz parte de um conjunto arquitectónico típico do centro histórico da capital alsaciana. A Grande Ile foi inscrita na lista do património mundial da UNESCO em 1988.
    © Jean-Jacques GELBART
    O Teatro Antigo de Orange visto da colina Saint-Eutrope. Com uma fachada de 103 metros de largura, é um dos teatros romanos mais bem preservados. Com o Arco de Triunfo de Orange, está inscrito desde 1981 na lista do património mundial da UNESCO.
    O Teatro Antigo de Orange visto da colina Saint-Eutrope. Com uma fachada de 103 metros de largura, é um dos teatros romanos mais bem preservados. Com o Arco de Triunfo de Orange, está inscrito desde 1981 na lista do património mundial da UNESCO.
    © Jean-Jacques GELBART
    Atravessando o rio, a ponte do Gard parece estar presa à colina. Construída pouco antes da era cristã, a ponte permitia ao aqueduto de Nimes, de quase 50 km de largura, atravessar o vale do Gardon. Esta obra-prima técnica, com 50 metros de altura e com três níveis, foi inserida na lista do património mundial da UNESCO em 1985 (região do Languedoc-Roussillon).
    Atravessando o rio, a ponte do Gard parece estar presa à colina. Construída pouco antes da era cristã, a ponte permitia ao aqueduto de Nimes, de quase 50 km de largura, atravessar o vale do Gardon. Esta obra-prima técnica, com 50 metros de altura e com três níveis, foi inserida na lista do património mundial da UNESCO em 1985 (região do Languedoc-Roussillon).
    © Jean-Jacques GELBART
    Chambord, castelo do Loire (região centro).
    Chambord, castelo do Loire (região centro).
    © Ministério da Europa e dos Negócios Estrangeiros. Foto Y-J. Chen
    Átrio e fachada ocidental da catedral de Amiens, uma das maiores igrejas góticas “clássicas” do século XIII. Está inserida na lista do património mundial da UNESCO desde 1981. (Somme, região da Picardie).
    Átrio e fachada ocidental da catedral de Amiens, uma das maiores igrejas góticas “clássicas” do século XIII. Está inserida na lista do património mundial da UNESCO desde 1981. (Somme, região da Picardie).
    © Jean-Jacques GELBART
    Mont Saint-Michel (Manche, região da Basse-Normandie).
    Mont Saint-Michel (Manche, região da Basse-Normandie).
    © Ministério da Europa e dos Negócios Estrangeiros. Foto F. Eberhardt
    Região Ile-de-France: Galeria dos Espelhos no Palácio de Versalhes, renovada em 2005 (Yvelines).
    Região Ile-de-France: Galeria dos Espelhos no Palácio de Versalhes, renovada em 2005 (Yvelines).
    © Ministério da Europa e dos Negócios Estrangeiros. Foto Claude Stefan
    Vista sobre o Sena, a estátua de Ste-Geneviève e a Catedral de Notre-Dame de Paris. Imagem de fundo, à esquerda, o topo do Arco de Triunfo e as torres do centro financeiro da La Défense (região Ile-de-France).
    Vista sobre o Sena, a estátua de Ste-Geneviève e a Catedral de Notre-Dame de Paris. Imagem de fundo, à esquerda, o topo do Arco de Triunfo e as torres do centro financeiro da La Défense (região Ile-de-France).
    © Ministério da Europa e dos Negócios Estrangeiros/Frédéric de La Mure
    A cidade de Albi, atravessada pelo rio Tarn. Imagem de fundo, Ste-Cécile, a maior catedral construída em tijolo (Tarn, região Midi-Pyrénées).
    A cidade de Albi, atravessada pelo rio Tarn. Imagem de fundo, Ste-Cécile, a maior catedral construída em tijolo (Tarn, região Midi-Pyrénées).
    © Ministério da Europa e dos Negócios Estrangeiros/Nicole Chabard
    As vinhas em Avenay Val d'Or (região Champagne-Ardenne).
    As vinhas em Avenay Val d’Or (região Champagne-Ardenne).
    © John Hodder – Colecção CIVC
    Aldeia de Monthelon, rodeada de vinhas (Champagne-Ardenne).
    Aldeia de Monthelon, rodeada de vinhas (Champagne-Ardenne).
    © Michel Guillard – Colecção CIVC

    Candidatura Paris 2024

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